Meretrizes do Medo 14 anos de fracassos

Meretrizes do Medo 14 anos de fracassos

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

ADEUS RADIO EXTERIOR DE ESPAÑA! :(

ADEUS RADIO EXTERIOR DE ESPAÑA... :'(

Dia 15 de outubro - hoje portanto - às 00:00 horas UTC foram silenciados para sempre os transmissores de Ondas Curtas situados em Noblejas, província de Toledo, na Espanha. Para sempre...

Eu só pode escutar esta emissora graças a duas pessoas: Estela Viana e Victor Garcia Guerrero. Por culpa deles, eu conheci a mais simpática emissora de rádio de Ondas Curtas
da Europa - ao lado da RDP Internacional e Deutsche Welle, também extintas.
Em 2009, recebi uma carta de Madrid em meu endereço com um cartão QSL, o folder com a grade de frequências e dois adesivos - um deles eu preservei com carinho...


Uma Carta recebida da Radio Exterior de España
em junho de 2009

Todas as tardes de segunda a sexta escutava as emissões que naquela época era de UMA HORA cravada: tinha o famoso CURSO CERVANTES DE ESPANHOL PARA FALANTES DE PORTUGUÊS. Escutei a história contemporânea sendo falada em seus microfones:
A Crise de 2008, os Jogos Olímpicos de Beijing, a Copa do Mundo na África com o título Espanhol, a Primavera Árabe varrendo o norte africano, a morte de Muammar Kadaffi, Bin Laden, etc...

Sim, era diversão sadia!

Foi por estas antenas que escutei a Espanha em português e espanhol; vi o nascimento de uma dupla de jornalistas carismáticos da radiodifusão mundial e também fortaleci meus
laços de sangue ancestrais com a Espanha pelas ondas curtas(Minha família é das Astúrias)...Até o atual Rei espanhol Felipe IV me fazer essa cagada!?
Fazenda de Antenas emissoras de Alta Potência
da RTVE em Noblejas, Província de Toledo (Espanha)
Tive a alegria de receber um chaveiro da emissora que até hoje eu possuo guardado nas minhas bagunças, além dos 3 únicos cartões QSL da emissora (um deles ali em cima). Escuteipor estas antenas nesta foto, um fato histórico para Espanha e para a europa: Uma emissão do dia seguinte da renúncia ao trono de Sua Majestade Juan Carlor I. Uma matéria que fiz a qustão de salvar na minha HD de arquivos dada tamanha impotância do evento.

Durante a Copa do Mundo do Brasil, estava escutei atônito o "AMARILLAZO" da Fúria Vermelha (Perdón por eso trocadillo) diante da Holanda Azeda. Logo após a "Humillación Roja" para alegrar a vida do pessoal da REE, fiz uma caricatura da figura bem conhecida - já citada neste depoimento - por sua voz "estereofônica" usando a camisa da Seleção
Espanhola...Uma não; duas!






A Caricatura dos criadores da redação "brasileira"
da Radio Exterior de España: Estela Viana e Victor Garcia Guerrero




Victor Guerrero nos microfones da RNE. Desenho feito totalmente em CorelDraw.


Durante estes 5 anos de cumplicidade, amizade por esta emissora septuagenária, cujo sinal
chegava "bombando" na faixa - ingrata por sinal - dos 16 metros, e nos 25 metros à noite, quando reprisava. Eu escutava os reprises noturnos das emissões em português, quando voltava da Gráfica União, onde trabalhava. Ao saber de seu fim eterno, não tive dúvidas: atirei no lixo meu velho receptor de ondas curtas. Só escuto AM agora porque as Ondas Curtas viraram uma espécie de "Lixo eletromagnético" onde só se escuta ruídos estáticos, radios brasileiras caipiras e um bando de Estorquistas do Reino de Deus e Missionários do Dízimo.

FILHOS DA PUTA! NEM ME MANDARAM UMA LEMBRANÇA DE SEU ENTERRO?

Glauber Gleidson Peres
Pindamonhangaba, São Paulo Brasil 15 de Outubro de 2014

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

FELIZ ANIVERSÁRIO MERETRIZES DO MEDO - 13 ANOS DE DESGRAÇA!


"Parece que foi ontem, mas foi a exatamente há 13 anos atrás. Pois é... Ontem, domingo 21 de setembro fez 13 anos da criação da série MERETRIZES DO MEDO e, só agora estou postando este texto para recordar como surgiu essa maldição porque meu computador estragou... Naquela época não tinha computador, não conhecia nem o que era CorelDraw; hoje eu como CorelDraw X6 até no almoço!"

Glauber Gleidson Peres apenas escreveu este texto breve para lembrar os 13 anos do surgimento das Heroínas de Moreira César.

"Foi numa quinta-feira de manhã. Fazia um sol ardido - típico de um e...quinócio de Primavera daquele longíquo ano de 2001. Não tinha nome nenhum. O nome surgiu mesmo de um episódio escolar: uma erunião de pais e mestres. Estávamos em aula de inglês no 3º ano B, no período da manhã, quando a então diretora da escola, Professora Marisa chega na sala para reclamar da situação de delinquência escolar. O assunto foi com os pais da turma e os professores. Marisa rasgou elogios a sala - até sobrou pra mim no dia - e não poupou críticas destrutivas às meninas da 7ª Série da época por causar tulmultos na saída do período até causar agressão física a alguns alunos. Foi a Diretora dizer que uma mãe ameaçou a retirar um de seus filhos da escola para levá-los ou para o Deputado Claro César, ou para o Mario Tavares, com medo das 'prostitutas que estudam aqui por medo deles (os filhos) apanharem' que deu a idéia de colocar este nome. Só isso.

O que eu aprendi? Bosta Nenhuma! Aprendi que isso quase me matou. Tenho flutuações de sono, irritabilidade, ansiedade por ficar acordado até 3 horas da manhã destruindo minha saúde desenhando uma obra vazia".


segunda-feira, 11 de agosto de 2014

A ENTREVISTA PERDIDA: Entrevista de Glauber Gleidson Peres para a NHK World


Uma entrevista considerada "perdida para sempre" nos foi revelada neste  fim  de  julho,  na ocasião do aniversário do "Pai" das Heroínas: Uma entrevista que  Glauber  Gleidson  Peres 
concedera à rede NHK em 2008, por ocasião dos 100 anos a Imigração Japonesa ao Brasil.


A sede da NHK em Tóquio (Japão).

A gravação foi feita pelo prórprio Glauber em 1 de Setembro daquele ano - uma segunda feira - no momento em que ela era transmitida via Ondas Curtas à audiência brasileira, temática da data histórica. Glauber Gleidson Peres, comentando sobre sua lendária entrevista à rede NHK: 

"Era última semana de agosto de 2008. Estava passando na TV a Copa Sul Americana de Futebol; semifinal entre o São Paulo  e Fluminense. Tava 2 a 2 e o jogo muito arrastado. Daí o telefone toca. Era a Rieko Yoshiura, secretaria da redação em português da NHK World Radio Japão me procurando para uma entrevista que iria ao ar na semana do Centenário da Imigração Japonesa ao Brasil (hoje vão 106 anos).

Como diria o sábio japonês "Com um olho no bife, outro no gato", acompanhava o jogo do Tricolor do Morumbi contra o Tricolor das Laranjeiras - perda de tempo - ao mesmo tempo em que concedia a entrevista ao reporter Kan Shirai (para minha surpresa ele é PALESTRINO!). Aproveitei a deixa da emissora japonesa para vender meu bacalhau mal-cheiroso para ganhar alguma fama"

Glauber estava finalizando "O Espírito do Pantanal", uma aventura ecológica que só hoje viu a luz do Sol, graça ao pessoal do Grupo GAEF (Grupo Autonomix de Estudos Filosóficos) e do Agatóide, ambos de Pindamonhangaba(SP).




A entrevista foi gravada em fita cassete por Glauber em sua casa, e arquivada para uma futura divulgação da mesma, só hoje, passados 6 anos desta entrevista que foi ao ar naquela segunda-feira, primeiro de setembro, era para ter a compartilhado antes. Mas só agora ,  o fim de julho de 2014, compartilhar este video com a entrevista gravada em uma fita cassete que o "renegado" guarda em suas coisas como uma recordação de um tempo que se foi. Glauber comenta:

"O audio não ajuda. O aparelho que eu gravei estava sujo de poeira e, limpá-lo deu muito trabalho. Afinal, e equipamento era usado e apanhou bastante."


A entrevista está disponível no Youtube para todos ouvirem seu depoimento sobre sua influência japonesa nos seus trabalhos, ainda amadores.

sábado, 3 de maio de 2014

O Espírito do pantanal no facebook

Muito bem, facebookmaníacos, essa é para vocês:
Está sendo divulgada inicialmente, em caráter experimental de teste a série O ESPÍRITO DO PANTANAL de autoria de Glauber Gleidson Peres, escrita em 2007 para ser a ÚLTIMA de três histórias.

Para aqueles que tem conta na rede de Mark Zuckenerg, basta acessar os links que estão abaixo:
Primeira Fase:
https://www.facebook.com/glauber.g.peres/media_set?set=a.10152316827824420.554529419&type=3

Segunda fase:
https://www.facebook.com/glauber.g.peres/media_set?set=a.10152370659749420.1073741839.554529419&type=1



Para quem, não viu ainda a série, que pode se fazer o downloads das páginas dos links citados (Nota: renomeie as imagens em ordem numérica a partir de "01"), aqui postaremos as capas do fanzine, totalmente ilustradas com apenas caneta esferográfica e lápis grafite, técnica que Glauber tornou-se perito:










terça-feira, 1 de abril de 2014

13...13...13...13 ANOS!!!

13...13...13...13 ANOS!!! Parece que foi ontem (foi ontem dia 31 de março, mas de 2014).
Me refiro o dia 31 de março de 2001, uma quinta-feira. Nesse dia era tinha a aula de inglês no 3º ano "B", e eu estava lá. Por volta das 9:35 da manhã (+ ou -), a diretora da escola onde estudava EE Prof Rubens Zamith, Dona Marisa chegava com seu estilo "sargentona" na sala de aula concovando a reunião de pais e mestres (quaaaaanta hipocrisia!). Em um dado momento a famigerada mulher abria a bocarra e detonava os moleques da sala, sa escola, do bairro... Não sobrava ninguém!

Nesse momento por volta da 10:45, a dita cuja informa aos alunos - comos se eles fossem os culpados - que "havia uma gangue de meninas do 5° ano espalhando o terror nesta escola..." e termina dizendo "Elas, segundo uma mãe, 'se essas bandidas(ou prostitutas) continuassem nesta escola, mudarei meus filhos para o Pujol'". O Colégio Alfredo Pujol ainda é uma escola "da elite" de Pindamonhangaba onde muito, muito difícil haver estudante de Moreira César matriculando lá. Esse episódio foi determinante para a criação do nome da história das personagens; até então só havia elas desenhadas.


Até hoje faço questão de guardar os primeiros desenhos delas, de como eu comecei a desenhar as minhas personagens com caneta bic preta e lápis... Na extinta Patrulheiros Dom Bosco, foi o berço de Marly Killer e sua trupe de meninas aventureiras. Por muito pouco, muito pouco explodi, mas também, por muitíssimo pouco também morri de depressão. Isso já história para outro dia...

COMO COMEÇOU?
Em meados de 2000 eu criei uma personagem de mangá para um colega de Patrulheiros dom Bosco ver. Era o Carlos Henrique e, ele na ocasião estava desenhando um doshinji (sei lá como escreve essa merda!) intitulado ANJOS DA TERRA com um carinha que estudava no Apparecido Falcão; que era uma espécie de X do Clamp. Eu vi o desenho que esse moleque - que até hoje não sei seu nome - e fiquei chocado com a qualidade... Eu estava muito, muito, muito longe do que eu desenho hoje (esse moleque desenhava o nível à época o que eu desenho hoje). Fiz questão de pegar o desenho dele e levar pra casa. Me sentei na mesa da cozinha "viajando" enquanto escutava a Band Vale FM... Daí me deu um estalo: Desenhar uma heroína - ou Anti-Heroína - para ele levar pro carinha ver. Nascia então Marly Killer...

Meus desenhos não eram tão bons, mas imprensionavam.
Mas e as OUTRAS MENINAS? Como eu criei?

Vai uma pista abaixo:


Sou fã de Sailor Moon desde 1997 e, nessa época eu assistia o Band Kids na Band nos sábados... Tava também assistindo o Samurai X na Globo. Eu tenho até hoje uma VHS gravada da Cartoon Network (relíquia!) da primeira temporada que eu assistia nos dias que eu estava sozinho - quando minha mãe levava meu pai para exames médicos. Pegava tudo quanto referência gráfica... E tome treino! De 1999 até 2002, ano que realmente iniciei a série, foi prática pura,vendo os outros garotos desenharem melhor que eu. Mas, sabem como é: pageui um preço muito alto pelo sonho: custou a minha saúde. Enquanto eu desanimava por conta do deterioramento da minha condição fisico-mental, os adolescentes da época continuam sua existência medíocre de se masturbar vendo animê no Band Kids ou em qualquer outra emissora de TV... O que essa molecada não sabe é que CUSTA MUITO CARO viver uma ilusão que pode se tornar seu pior pesadelo - ou paranóia em muitos casos (o meu estava apenas "um passo" de se tornar paranóia). e eu, obviamente sucumbi a minha ambição infanto-juvenil.
(continua)